segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Um presente

Um presente de meu criador, a vida, não estou negando, mas mostre-me como viver, não tenho medo dela apenas não sei como a conduzir

Ela me prega peças que às vezes me faz desacreditar que a felicidade é algo verdadeiro, mas de que seria da vida se peças não fossem pregadas, abismos pulados, incertezas afloradas.

O papel sublime de ser um eterno sofredor encantador eu não nego, neste papel quero atuar porque eu posso fazer a diferença entre viver a vida ou apenas a deixar a vida vive-la em meu lugar, desejo ser o eterno sofredor, mas de afogos vou viver em sonhos recorrer e a esperança esta nunca deixar morrer, porque sem esperanças não haverá sonhos, abismos, só restará um corpo inerte esperando que a morte se encarregue de fazer à deprimente passagem da vida.

Também achamos que às vezes a morte possa fazer o trabalho que nos foi dado, mas é tão fácil morrer, de que as peças encaixar, os problemas da vida a morte cura, mas o problemas da alma nem a eternidade poderá amenizar a dor de ser o eterno palhaço de um circo falido.


25/02/2008


De um lunático, Frederik Francis

2 comentários:

Anna Schermak disse...

Eric vc esta ficando cada vez melhor nisso heim, Noss você esta escrevendo bonito mesmo Guri
xD

agda disse...

FF:
Não existe um manual de instruções de como viver a vida...simplesmente se vive...deixe que ela te leve...
Sei que, às vezes, é bem difícil, mas é justamente nestes momentos que você perceberá que desfendou uma peça deste grande quebra-cabeça que é viver.
É como estar numa prancha de surf, tomar uns tombos, mas começar tudo novamente. E parece tão difícil remar contra a maré!
Tem muita gente passando e indo embora, mas nós estamos aqui,sobrevivendo.
Não perca a fé na vida que eu não perco a fé em vc!
bjs
tia do HB